Internacionalizar? Esse é o momento.

Quem quer fazer negócios na UE deve estar preparado para uma realidade diferente. Não apenas de negócios, marketing, RH. Principalmente, deve estar preparado para novos marcos jurídicos e para um ambiente de negócios fortemente influenciado pelo ambiente legal e contratual. Ao contrário do Brasil, que opera com fontes legais hierarquizadas da Constituição para baixo, a União Européia opera com uma estrutura complexa de Primary Law, General principles of Law, Binding and no-binding Secondary Law, Agreements between EU and third countries or organizations, Case Law from Court of Justice and General Court, Travaux preparatoires, opinions of Advocate Generals e Doctrine.

Além disso, existem vários programas de incentivo para empresas estabelecerem-se na UE, desde que se maneje adequadamente a legislação. Os modelos de aquisição, join venture, abertura e associação empresarial permitem modelos de operação diferentes, com acesso a linhas de crédito diferentes.

Outro ponto de atenção são os marcos tributários e financeiros, a criação de canais de movimentação de capitais e diferentes modos de internalização, ou exportação, de capital. Por exemplo, para uma empresa fundada em qualquer país-membro da UE é garantida a movimentação de capital nas fronteiras internas, sem restrições. Isso permite adotar modelos tributários mais competitivos, operando em um país que não é necessariamente o mesmo da operação comercial.

Se você está pensando em internacionalizar sua empresa, ou pensando em levar parte ou todo o seu negócio para o exterior, certifique-se de contar com uma boa consultoria de internacionalização.